31 outubro 2009

NUMA AULA...

… de Formação Cívica falou-se de Gripe A… e “sem abraço, sem beijinho e sem aperto de mão” aprenderam que cuidados a ter na prevenção do H1N1…

O vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=k9kf5n3Wmh4



12 outubro 2009

INDÚSTRIA

Fábrica Fiat, 1976 (fonte aqui e mais fotografias)

Nos 9ºanos falou-se de indústria (tema do 8º ano): actividade do sector secundário cujo objectivo é produzir bens a partir de recursos naturais ou de produtos semielaborados.

Quanto ao destino do produto final podemos ter:
- Indústrias de bens de consumo: fornecem produtos de consumo directo.
- Indústrias de bens de equipamento: fornecem produtos ou equipamentos que vão permitir o funcionamento de outras indústrias (fornecendo-lhes máquinas ou matérias-primas necessárias à obtenção do seu produto final).
A esta classificação tradicional junta-se:
- Indústrias de ponta: estão ligadas à investigação científica, utilizando tecnologia muito avançada e pessoal de formação altamente qualificada.

Uma pequena dinâmica - descobrir o nome das industrias (sílabas trocadas) e classificá-las:
Tuvesário (vestuário) – bem de consumo
Rurdegiasi (siderurgia) – bem de equipamento
Truconsção valna (construção naval) – bem de equipamento
Mótovelau (automóvel) - bem consumo/bem de equipamento
Tiforincamá (informática) - bem de consumo/bem de equipamento
Serconvas (conservas) – bem de consumo


Escolher uma localização acertada para uma indústria é fundamental, pois permite reduzir os custos e aumentar os lucros. Os factores necessários a ter em atenção para decidir a melhor localização são os factores de localização, que podem ser muito diversos consoante as indústrias:
Matéria-prima
• Energia
• Mão-de-obra
• Transportes e vias de comunicação
• Mercado consumidor
• Espaço e preço do solo
• Legislação labora e ambiental (decisão política)



Visitas que podem ser dinamizadas para conhecer melhor a actividade industrial em Portugal: Museu do Vidro (Marinha Grande);
Museu dos Lanifícios (Covilhã);
Museu da Indústria Têxtil (Vila Nova de Famalicão).

10 outubro 2009

MAPA HIPSOMÉTRICO DE PORTUGAL

O mapa hipsométrico representa o relevo por curvas de nível, reduzidas ao nível médio das águas do mar. Os espaços entre as curvas de nível são coloridos segundo uma legenda convencional que geralmente apresenta a cor verde para as baixas altitudes e a cor castanha para as maiores altitudes. (clicar no mapa para ampliar)

("Faces da Terra 7", Areal Editores)

Contrastes Norte-Sul:
Existe um grande contraste entre o norte e o sul de Portugal.
Embora geralmente se considere que o rio Tejo separa estas duas secções, a verdadeira divisão é feita pela Cordilheira Central, constituída pelas serras da Estrela, Açor, Lousã, Gardunha e Alvelos.
As serras dispõem-se em alinhamentos orientados de nordeste para sudoeste, ou de nor-nordeste para su-sudoeste. As altitudes superiores a 1000 metros são frequentes, embora a altitude média seja apenas 370 metros.
A sul da Cordilheira Central deixa de existir o relevo movimentado que caracteriza o norte. Apenas o cume da serra de S. Mamede ultrapassa 1000 metros (1025 metros). A altitude média é, nesta secção, 160 metros.


Contraste Oeste-Este:
Desde o litoral até à fronteira leste com Espanha, deparam-se-nos igualmente importantes contrastes topográficos.
A norte do rio Douro, a parte litoral encontra-se separada da interior por um alinhamento montanhoso – Barreira de Condensação – constituído fundamentalmente pelas serras do Gerês, Larouco, Alvão, Marão e Montemuro. Do lado do mar predominam planícies, onde os rios circulam em vales largos e pouco fundos; a altitude aumenta gradualmente.
Do outro lado das montanhas (Trás-os-Montes) predominam planaltos enquadrados por montanhas e cortados por vales estreitos e profundos.
A sul do rio Douro, estas características mantêm-se, distinguindo-se uma região de relevo mais movimentado, onde se situa a Serra da Estrela.
A sul da Cordilheira Central, os contrastes entre o litoral e o interior atenuam-se muito.

E os mapas hipsométricos dos alunos:

Tiago (8ºB)



Patrícia (8ºA)



Ana Mendes (8ºC)

07 outubro 2009

“MÁGOAS DA ESCOLA”

Daniel Pennac, "Mágoas da Escola": "Em Mágoas da Escola, Daniel Pennac aborda os problemas da escola e da educação desde um ponto de vista insólito – o ponto de vista do mau aluno. Pennac, que foi ele próprio um péssimo estudante, analisa a figura do cábula outorgando-lhe a nobreza que merece e restituindo-lhe a carga de angústia e dor que inevitavelmente o acompanha. Misturando recordações autobiográficas e reflexões acerca da pedagogia e das disfunções da instituição escolar, sobre a dor de ser um mau estudante e a sede de aprendizagem, sobre o sentimento de exclusão e o amor ao ensino, Daniel Pennac oferece-nos, com humor e ternura, uma brilhante e saborosa lição de inteligência.
Mágoas da Escola é um livro único e irrepetível, que todos os pais e todos os professores não podem deixar de ler – e dar a ler."


Relatos da vida infantil e escolar do autor, relatos de aulas dadas e de alunos considerados problemáticos, sem perspectivas de futuro e como descreve:
“Os nossos maus alunos (alunos considerados sem futuro) nunca vão sozinhos para a escola. O que entra na sala de aula é uma cebola: algumas camadas de tristeza, de medo, de inquietação, de rancor, de raiva, de desejos insatisfeitos, de renúncias furiosas, acumuladas sobre um fundo de passado humilhante, de presente ameaçador, de futuro condenado. Reparem, vejam-nos chegar, o corpo em transformação e a família dentro da mochila. A aula só poderá começar realmente depois de pousarem o fardo no chão e descascarem a cebola. É difícil de explicar, mas às vezes basta um olhar, uma palavra amiga, um comentário de adulto confiante, claro e estável, para dissolver estas mágoas, aliviar os espíritos, instalá-los num presente rigorosamente indicativo.”
Uma verdade…



02 outubro 2009

AS MONTANHAS

Nos 8ºanos estamos a recuperar alguns temas que ficaram em atraso, assim, tem-se falado de relevo (tema já desenvolvido aqui e aqui):

Das principais formas de relevo destacam-se as montanhas e fala-se de cadeias montanhosas, também designadas por cordilheiras, ou seja, conjuntos contínuos de montanhas, que se encontram ligadas entre si e apenas os seus cumes são separados. Situadas na sua grande maioria nos limites dos continentes, consequência do contacto por convergência entre as várias placas litosféricas. Podemos considerar dois tipos principais de cadeias montanhosas:
- Cadeias montanhosas recentes, situando-se nas proximidades da zona de contacto das placas tectónicas (cada uma das sete placas principais em que está dividida a litosfera) actuais, pelo que apresentam formas vigorosas, com vertentes abruptas e topos alongados.
- Cadeias montanhosas antigas, que se situam nas antigas fronteiras das placas, pelo que apresentam formas erodidas, devido à cessação dos movimentos orogénicos e à acção dos agentes erosivos.

Também se aprendeu que o mapa hipsométrico representa o relevo por curvas de nível, reduzidas ao nível médio das águas do mar. Os espaços entre as curvas de nível são coloridos segundo uma legenda convencional que geralmente apresenta a cor verde para as baixas altitudes e a cor castanha para as maiores altitudes.

Desafio para casa: construir (colorir) o mapa hipsométrico de Portugal. Aguardemos os resultados e a respectiva interpretação.


Sugestões de filmes sobre as altas montanhas:
“Evereste – 50 anos de conquista” (um excelente documentário, da National Geographic, sobre os primeiros homens que escalaram o Evereste, percurso repetido, anos depois, pelos filhos) e "Limite Vertical".