"As geografias - disse o geógrafo - são os livros mais preciosos que há. Nunca passam de moda. É raríssimo que uma montanha mude de lugar. É raríssimo que um mar se esvazie. Nós só escrevemos coisas eternas." Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), "O Principezinho"
Os alunos do 9º ano realizaram trabalhos de pesquisa sobre os contrastes entre os países mais desenvolvidos e os países menos desenvolvidos. Cada aluno teve que procurar uma notícia ou uma imagem alusivo ao tema. O resultado foi bastante satisfatório, estão todos de parabéns. Os trabalhos foram expostos nas salas de aula.
Países com elevado desenvolvimento: • Os habitantes gozam de boa qualidade de vida; as necessidades e as aspirações de carácter social estão asseguradas. • A alfabetização e demais vertentes do sector da educação estão amplamente desenvolvidas, havendo uma grande percentagem de população com estudos de nível superior. • De um modo geral, as populações têm acesso a boas condições de saúde. No entanto, mais recentemente, o envelhecimento da população tem provocado uma redução nos benefícios sociais. • Estão ainda amplamente garantidos os direitos políticos, bem como o respeito pelas minorias étnicas, religiosas e políticas. • As preocupações com a cultura e o ambiente tendem a assumir cada vez maior importância nestas sociedades.
Países com baixo desenvolvimento: • As populações apresentam fraca qualidade de vida, uma vez que nem sempre é possível a satisfação de necessidades básicas, como uma alimentação suficiente e o acesso a água canalizada. • As estruturas da educação e da formação profissional são quase inexistentes (um entrave ao seu desenvolvimento), assumindo um papel fundamental as Organizações Não-Governamentais internacionais que procuram, pelas suas iniciativas, diminuir o analfabetismo e pôr fim à baixa instrução e formação das populações. • Os serviços de saúde e assistência social às crianças e aos idosos são quase inexistentes; os poucos que funcionam pertencem a organizações internacionais que ali prestam auxílio, no âmbito de programas de cooperação. • Os direitos cívicos nem sempre estão assegurados.
O tema “A Diversidade Cultural” já foi falado AQUI.
Foi proposto aos alunos que escolhessem e pesquisassem um ou mais factores de identidade cultural, para apresentar na aula. Os trabalhos incidiram sobre as culturas de vários países, desde a língua, o vestuário, a arquitectura, os costumes, a religião, a música e muitos outros factores de identidade cultural.
Poucos alunos… “Setôra vamos para o campo”… todos sentados no chão… a aula começou com o sumário… depois apresentação de alguns trabalhos sobre o tema “diversidade cultural”:
Falou-se de Espanha e da dança com as castanholas:
Uma visita à Oficina de Música… um excelente trabalho desenvolvido com os alunos do Ensino Especial. O Amândio e a Cristina criam um ambiente de grande descontracção, onde a alegria e a animação estão sempre presentes. Músicas divertidas, coreografias dinâmicas enchem este espaço:
“- Proponho que esqueças por um momento as aulas, pois gostava de te apresentar uma escola ideal, que de momento só existe na minha cabeça. Nessa escola os professores não sabem a idade dos alunos. Não porque lha tenham querido esconder, mas porque isso não tem importância nenhuma. Cada criança trabalha ao seu ritmo, à sua velocidade. E nunca se lhe diz se está adiantada ou atrasada. Quando um aluno tem dificuldade em acompanhar, pode repetir, se isso lhe convier. Mas ninguém pensará que se trata de um fracasso. Nessa escola o aluno pode interessar-se por todo o tipo de coisas, muito diferentes umas das outras. Tem todo o tempo até de escolher, ele próprio, uma formação profissional. De momento pode continuar a «crescer mentalmente». Porque lhe ensinam não só matemática ou gramática, mas também a liberdade, a curiosidade, a justiça, a camaradagem. Essas qualidades não se ensinam com palavras. É preciso experimentá-las nas aulas, ver exemplos delas. - Gostava muito de ir para essa escola. - Sabes que não és a única? Falei da minha ideia a alguns professores. Verifiquei que muitos deles gostariam de aulas dessas, como tu. Então, quem sabe? Talvez um dia essa escola exista. De qualquer forma, levará tempo. Porque para lá chegarmos é preciso que a sociedade dê menos importância à competição, ao desejo de chegar primeiro que o outro, ao desejo de ser o mais forte.” Albert Jacquard, “Que é ser inteligente?”, 1991
GEOGRAFIAS
"- E agora o que me aconselha a visitar? - O planeta Terra - respondeu o geógrafo. É um planeta com boa reputação..." Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944), "O Principezinho"
"Sobe à colina olha o poente e o mar - verás a eternidade. Sorri à flor capta o insensível do seu odor - sentirás a eternidade. Pára, escuta o inescutável do Ser ausculta a melodia do Cosmos - captarás a eternidade." José Nuno Pereira Pinto; "Que Passem Sorrindo"; 2005 "Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..." Fernando Pessoa (1888-1935) “Tudo aquilo que somos é o resultado daquilo que pensamos” Buda (563 A.C.–483 A.C) “Dia em que não gozaste não foi teu: Foi só durares nele. Quanto vivas Sem que o gozes, não vives” Fernando Pessoa – Ricardo Reis (1888-1935)
"Cada coisa a seu tempo tem seu tempo. Não florescem no inverno os arvoredos, Nem pela primavera Têm branco frio os campos." Fernando Pessoa - Ricardo Reis (1888-1935)
"Para ser grande, sê inteiro: nada Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és No mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda Brilha, porque alta vive." Fernando Pessoa - Ricardo Reis (1888-1935)
"Nascemos fracos e precisamos de força; nascemos incapazes e precisamos de ajuda; nascemos ignorantes e precisamos de pensar. Tudo o que nos falta ao nascer, tudo o que precisamos para nos tornarmos humanos, nos é dado pela educação". Jean-Jacques Rousseau (1712-1778); filósofo suiço
"Foi o tempo que dedicaste à tua rosa que fez a tua rosa tão importante" Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944); "O Principezinho"
"Se olhares bem o sol lá no alto brilhará, brilhará se vires que no mundo há outro mundo para amar" Susanna Tamaro; "Querida Mathilda"; 1998
"Uma vida fácil nada nos ensina. O que conta é a aprendizagem: o que aprendemos e como crescemos." Richard Bach; "Um"; 1988
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